Muitas empresas no mercado atual estão percebendo o quanto é importante o bem-estar do funcionário durante sua permanência no ambiente de trabalho. Com isso as organizações estão se preocupando mais em equipar seus recursos respeitando as orientações da Ciência da Ergonomia. O estudo do desempenho produtivo já vem sendo analisado desde a época em que ocorreu a grande crise de depressão mundial de 1929, através de estudos originados nas Teorias das Relações Humanas.
O sucesso de muitas mega-organizações é fruto de um resultado de um trabalho desenvolvido por uma equipe ordenada por um líder e exemplar. Para que isso ocorra, cada membro da equipe deve sentir-se valorizado, não só na forma de remuneração, como também no tratamento e condições que o funcionário recebe para realizar suas atividades de forma prática e segura.


O profissional com o nível de satisfação alto leva resultados melhores à empresa. No cenário atual do mercado, muitas empresas colocam como item primordial o projeto de desenvolvimento dos setores de trabalho, levando sempre conforto e comodidade aos integrantes da equipe. Grandes empresas como a Google, Facebook e estúdios de animação renomados como Pixar e Disney adotam esses parâmetros como ponto fundamental para obter funcionários mais felizes e evitar a rotatividade (turnover) ou saída de empregados, o que gera custos altos para uma empresa.
A Ergonomia é uma ciência muito importante para entender cientificamente o relacionamento dos seres humanos entre outros elementos, a fim de projetar e otimizar o bem-estar do humano diante de sua comodidade quando sentar-se em uma cadeira, poltrona ou usar uma mesa para apoiar seu computador sem danificar sua saúde física e mental.
Os estudos sobre os comportamentos humanos em uma organização já vem sendo estudados desde 1927, quando foi realizada uma experiência de supra importância para a Teoria das Relações Humanas, esta experiência passou por 3 fases, a primeira que muito me chamou a atenção, foi desenvolvida para se conhecer os efeitos da iluminação sobre o rendimento dos operários, no qual podemos tirar uma interessante conclusão:
"a pesquisa foi feita da seguinte maneira - foram escolhidos dois grupos de operários que faziam o mesmo trabalho e em condições idênticas, um grupo de observação trabalhava sob intensidade de luz variável, enquanto o grupo de controle tinha intensidade constante. Os observadores não encontraram correlação direta entre ambas as variáveis, mas verificaram desapontados a existência de uma variável difícil de ser isolada, denominada fator psicológico: os operários reagiam à experiência de acordo com suas suposições pessoais, ou seja, eles se julgavam na obrigação de produzir mais quando a intensidade de iluminação aumentava, e o contrário quando diminuía." (Texto extraído das aulas de TGA do Prof. Ricardo Ribeiro - FUPAC - 2010).
Ainda que o profissional ganhe um valor significativo em troca de sua jornada de trabalho, não valerá a pena se não estiver satisfeito, e esta satisfação envolve inúmeros fatores, dentre eles as condições estabelecidas pelo empregador com relação ao ambiente de trabalho. O local de trabalho deve ser amplo, saudável, arejado e alegre para proporcionar às pessoas conforto e disposição.
Lorena Gueddes.
Parabéns pelo texto, Lorena! :)
ResponderExcluirObrigada Prof. Ricardo! :)))
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